domingo, 18 de setembro de 2016

A Maior Cabala depois de 74 IV




  

Goste-se ou não de Sócrates, uma coisa é certa, está muitos furos acima de todos os outros políticos, da nossa praça, que têm como objectivo o poder de governar. Como foi possível que, uma boa parte dos portugueses, o tivesse preterido a favor de Passos Coelho? Uma pergunta que provoca muita incomodidade, eu sei...
Por: Francisco Fortunato.




O crime teima em não aparecer.
Um tal "Homem Justo" que diz trabalhar nos serviços financeiros dos tribunais mandou uma mensagem a dizer que a magistratura já terá gasto mais de cinco milhões de euros com a investigação Marquês.


Mandaram procuradores a Paris onde investigaram tudo e foram aos restaurantes frequentados pelo Ex-PM, pediram certidões da Conservatória Predial francesa e contataram bancos, etc. Também foram à Suíça, ao Luxemburgo, ao Reino Unido, à Venezuela, ao Brasil, a Angola, à Argélia, às Ilhas Virgens e a quase todos os offshores das Caraíbas. .

Para além disso contrataram revisores de contas para analisar todas as despesas do gabinete de Sócrates, enquanto PM, e todas as compras e obras feitas pelo Estado.
O "Homem Justo" diz que, apesar de terem gasto muito dinheiro em viagens e contratos, faltam ainda faturas para cobrir todas as despesas feitas pela magistratura.

Mesmo assim, não descobriram nada de relevo, exceto uns pequenos empréstimos do amigo Santos Silva da ordem de poucos milhares de euros, o que seria irrelevante numa sala de tribunal sem qualquer coisa mais. Por: Dieter Dellinger.

























Miguel Sousa Tavares: "A sua entrevista à SIC, em que transformou suposições em insinuações e acusações por provar há mais de três anos em factos públicos e notórios, torna-o obviamente incapaz para continuar a dirigir o processo de José Sócrates. É tão evidente como é, por exemplo, a condenação inevitável de Durão Barroso, ao aceitar trabalhar para um banco que ajudou a roubar o organismo a que ele presidiu durante dez anos. É tão evidente tudo isto, para quem ainda não perdeu a noção daquilo que se deixa passar e daquilo que é intolerável, que me pergunto se a intenção do juiz não foi exactamente a de que o afastassem de um processo que patina no descrédito e na incompetência."
17 de setembro de 2016.




O ex-primeiro-ministo responde ao juiz em artigo de opinião
DN.PT|DE GLOBAL MEDIA GROUP

A resposta de José Sócrates.
"O Sr. Juiz Carlos Alexandre, juiz de instrução no denominado processo Marquês, deu ontem [quinta-feira] uma entrevista à cadeia de televisão SIC onde referiu que "não tem contas bancárias em nome de amigos". Tal alusão, que nada vinha a propósito, não pode deixar de ser entendida - como o foi por todos os que a viram - como uma cobarde e injusta insinuação baseada na imputação que o Ministério Publico me fez no referido processo. Essa imputação, como já disse inúmeras vezes, é falsa, é injusta e é absurda. Nunca tive contas bancárias em nome de amigos. Todas as provas existentes no processo - testemunhais e documentais - confirmam que essa imputação não tem qualquer fundamento.
A imparcialidade é a condição essencial da autoridade e da legitimidade da ação de um juiz. Ela significa não tomar partido, estar acima das partes, mostrar sempre a mais rigorosa e escrupulosa independência, seja da acusação seja da defesa. Ao fazer tão grave e falsa insinuação o Sr. juiz evidenciou não ter a imparcialidade que é exigível a um juiz de instrução na condução deste processo. Na entrevista de ontem e, mais escandalosamente, sem que tivesse sido deduzida qualquer acusação por parte do Ministério Público, o Sr. juiz decidiu expressar publicamente que, afinal, sempre teve partido.
A primeira garantia que o Estado deve a qualquer cidadão é dar-lhe a conhecer "sem demora" a acusação (pela evidente razão de que só nos podemos defender do que conhecemos). Ao abuso do Ministério Publico, que a não apresenta, vem agora juntar-se o abuso de um juiz que, sem que haja sequer acusação, decide corroborar publicamente as injustas e falsas teses da acusação. O Sr. juiz de instrução faltou, assim, aos seus deveres de magistrado emitindo em público, embora com recurso à insinuação, um evidente juízo de culpabilidade sem que haja acusação formada, sem que tenha havido julgamento e sem que haja alguma sentença transitada em julgado. Pesando as palavras, o que se pretende é condenar alguém sem julgamento.
Julgo que nada mais é preciso acrescentar. Esta atuação do Sr. juiz de instrução configura um inqualificável abuso de poder. Parece que se diz que o juiz de instrução é, no nosso ordenamento jurídico, o juiz dos direitos. Pois se assim é, este comportamento vem confirmar que nunca no decorrer deste processo existiu um juiz de instrução imparcial, autónomo da investigação e que pudesse velar pelos direitos civis dos cidadãos preservando-os dos excessos e do arbítrio do Estado. Em síntese, este processo nunca foi um processo justo. Dei instruções aos meus advogados para apresentarem as respetivas queixas aos órgãos judiciais competentes".


O mote foi o alargamento do prazo para a conclusão do inquérito da Operação Marquês, mas a conversa foi muito além disso. Carlos Alexandre, Marcelo Rebelo de Sousa e Cavaco Silva também são visados.
TSF.PT|DE TSF


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Carlos Paz Se quase todos achamos o mesmo, porque será que NADA acontece? ... https://www.youtube.com/watch?v=KamfLlKvWf4  (Eixo do Mal)


Vamos então começar pelo princípio. E para isso urge uma declaração de interesses e de desinteresses. Vamos por pontos. Depois o sumo. A justiça não se pratica na comunicação social (há excepções, …
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O mote foi o alargamento do prazo para a conclusão do inquérito da Operação Marquês, mas a conversa foi muito além disso. Carlos Alexandre, Marcelo Rebelo de Sousa e Cavaco Silva também são visados.
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A Constituição, escrita ou consuetudinária, num texto único ou dispersa por vários documentos, é a Lei Fundamental onde estão vertidos os princípios e valores que…
JORNALTORNADO.PT


Devia ter MEDO! Muito medo. Mas não tenho!

E, para que isso fique desde já claro, tenho a dizer DIRETAMENTE ao senhor juiz Carlos Alexandre o seguinte:
1) Considero que o senhor é intelectualmente DESONESTO;
2) Considero que o senhor NÃO TEM AS CAPACIDADES INTELECTUAIS de discernimento necessárias para o desempenho das funções que lhe estão cometidas (o facto de ter aceite a entrevista, de ter respondido da forma que respondeu e, principalmente, a gravidade das coisas que disse e da forma como as disse, são disso prova necessária e mais do que suficiente);
3) Considero que o senhor e a sua falta de qualidades humanas (o senhor é mesquinho, é vingativo, é tacanho, é pobre de espírito, é mal formado, etc…) são um VERDADEIRO PERIGO para a credibilidade da Justiça em Portugal (para a qualidade e a credibilidade da própria democracia)........ Por: Dr. Carlos Paz Prof. economia.https://www.facebook.com/carlos.paz.756/posts/1286418568037876?pnref=story


Um juiz não deve dar entrevistas. Sobretudo sendo uma figura em evidência pública, não deve dar entrevistas, porque o que é relevante para o país é a sua
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 “Não tenho amigos na magistratura, sou uma pessoa meio isolada, feitio de bicho-do-mato. Este ‘saloio de Mação’ tem consciência que se praticar erros grosseiros, ninguém na magistratura o va…
VAIEVEM.WORDPRESS.COM

Esta justiça feita por quem se julga melhor do que a maioria, por quem acha que se cabritos vende e cabras não tem de algures vem, por quem acha que tem o direito de fazer juízos de valores e que esses juízos são prova suficiente, por quem acha que se pode pronunciar tecnicamente sobre matérias que não domina como a psiquiatria ou a psicologia e por um MP absolutamente apoiado por juízes de instrução que se sentem deuses e mesmo com tribunais que julgam pela rama certos proce...Ver Mais


No seguimento da entrevista do Juiz Carlos Alexandre e dos comentários, análises e pareceres que gerou, porque a não tinha visto quando passou na SIC, fui procura-la e vi-a e ouvi-a como tal não po…
DINISJESUS.PT



No programa «O Outro Lado» (RTP3) o comentador Pedro Adão e Silva sugeria que uma das duas possibilidades para o teor da entrevista da sema...
VENTOSSEMEADOS.BLOGSPOT.COM|DE JORGE ROCHA






Em entrevista à RTP, Marinho e Pinto criticou a prisão preventiva de José Sócrates e disse que o juiz Carlos Alexandre tem um “especial amor” pela medida d
PTJORNAL.COM



"A OPERAÇÃO
O caso Sócrates conheceu há dias mais novidades, nem mais nem menos indecorosas que as novidades anteriores.

Centremos as coisas onde sempre estiveram.
José Sócrates foi detido, sob pretexto de perigo de fuga, quando regressava ao país; a prisão preventiva decretou-se com invocação de “fortes indícios” de corrupção para acto ilícito.

Correram dez meses de prisão preventiva (com quase outrotanto em liberdade provisória) e o Ministério Público ainda não conseguiu dizer que acto ilícito seria esse, embora tenha – com aquela técnica da cara séria com que o MP faz as mais desvairadas asneiras - atirado o barro à parede com uma Lei regularmente votada sob proposta elaborada pelo Ministro das Finanças (que permitia e estimulava o regresso ao país de recursos financeiros em fuga).

E verificando-se que isso era um disparate insustentável, descobriu-se a “nova solução” de Vale de Lobo que uma resolução do Conselho de Ministros (acto obviamente colegial) teria beneficiado sem que se veja como, porque as competências em causa são autárquicas e se a autarquia estava a aplicar mal a Lei, o MP deveria ter requerido em conformidade junto do Tribunal Administrativo competente.

Ainda estávamos assim quando há dias novas explosões informativas de um jornal tecnicamente insolvente vieram alertar para o facto do MP estar a investigar um dos advogados de defesa, porque seria sócio de uma “rent-a-car” que teria feito alguma coisa com um carro a que se liga Sócrates.

Um dia virá em que o MP noticiará – sempre por estes modos ínvios – que está a investigar o número de obturações dentárias de Sócrates e a investigar os seus dentistas.

Pelo caminho confessou a Hierarquia dos Tribunais uma rusticidade confrangedora e uma malevolência assustadora, o que não é pequeno problema político.

Minutou a Hierarquia dos Tribunais – com duas excepções honrosíssimas - quase em uníssono, portanto, os “fortes indícios” onde rigorosamente não podia nem pode haver sequer suspeita séria. E já nas diversas datas em que isso foi sendo subscrito não podia haver suspeita séria.

É agora esta tristíssima figura da Hierarquia dos Tribunais o grande argumento da imprensa insolvente – “dezenas” de magistrados confirmaram… É verdade. Infelizmente. Há um bom número de colégios decisores que reduziram a um quase-nada a respeitabilidade do aparelho judiciário inteiro.

No TC saiu um aresto inqualificável a dizer que se pode presumir factos em processo penal usando a própria indução (sem especificações, podendo ser a empírica, por exemplo). O Supremo Tribunal de Justiça disse que não estava em contexto processual que lhe permitisse resolver as complexas questões jurídicas em presença (!) E a Relação de Lisboa, presidida pelo desembargador Vaz das Neves (gravado em escutas telefónicas dos “vistos gold”) recusou um projecto de acórdão notável que passou a declaração de voto, transmutação operada pela Senhora Presidente da Secção.

Pelo meio e até agora, até os prazos se tornaram meramente indicativos… Durante este tempo, ou boa parte dele, o “segredo interno” vedando o acesso da defesa aos autos, serviu para proteger não o que nos autos houvesse, mas o que nos autos não estava.

Há um problema político gravíssimo aqui. Um verdadeiro buraco na concretização da Teoria Geral do Estado. É que os Tribunais imparciais com os quais haveria de julgar-se fosse o que fosse, deixaram manifestamente de existir entre nós. Por comprometimento próprio. Foi a Hierarquia dos Tribunais quem geriu deste modo a respeitabilidade que lhe restava.

Reabrindo agora as hostilidades e virando-se contra a equipa dos defensores, o aparelho demonstra que carece completamente de maturidade e equilíbrio para continuar só. Foi até agora incapaz de respeitar a disciplina intelectual mínima nestes autos – como de resto noutros, infelizmente – e a liberdade e segurança dos cidadãos exige que seja rapidamente colocado sob monitorização externa.

Tudo aqui opera de acordo com o diagnóstico de Montesquieu: nas situações de opressão extrema, a ignorância é a regra nos que comandam como nos que obedecem, porque não há nada a estudar, a deliberar ou a ponderar onde basta querer. É assim que se vive aqui, como tudo o demonstra.

É portanto imperioso requerer medidas provisórias numa queixa ao Tribunal de Estrasburgo. Ou – caso se prefira esta outra linha, que em concreto não recomendaria se alguém me pedisse a opinião – suscitar uma questão prévia de Direito da União a título de eventual reenvio prejudicial.

Do ponto de vista político, porém, é claramente imprescindível uma reforma do aparelho judiciário que inviabilize a repetição destas confrangedoras cenas. Esta gente não pode ser deixada em condições de poder repetir. Há infelizmente carreiras que devem ser imediatamente cessadas. Evidentemente.

Um aparelho judiciário neste nível de degradação é uma ameaça iminente à segurança do Estado (q.e.d.).

Quanto à Operação Marquês, o processo não existe. Não há processos assim. Processos que sejam processos, correm diante de tribunais imparciais, tecnicamente suficientes, respeitando a equidade e a disciplina própria dos actos. Este processo não existe. Existem procedimentos que surgem, quase todos, como crimes indiciados. Têm-lhes chamado processo. Mas é preciso chamar-lhes outra coisa. “Operação”, parece designação aceitável.

Sugiro vivamente que nunca mais se chame processo a isto." (José Preto, Advogado, 8/8).



Aproxima-se uma data que clarifica se há Justiça ou Autoritarismo:
Nela estão depositadas todas as esperanças dos que “acreditam na Justiça”, cumprindo a Lei entramos na legalidade Democrática que à Justiça tem faltado. Esperamos acreditar que não haja mais cedências ao incumprimento que afronta o consignado na Constituição e os Direitos Humanos.
A não ser que: A data não seja cumprida para continuar a satisfazer as clientelas doentias e bafientas dos pasquins e, em particular do Grupo Cofina, cujo facturamento cresce em função da fuga do segredo de justiça, que continua impune ao desrespeitar diariamente as Leis do País. É inconcebível que ao longo de 3 anos menospreze sistematicamente a Justiça sem sofrer criminalmente qualquer pena.
Alias, a não ser que: No interior do Sistema Judicial haja quem não aceite a ineficácia da investigação por falta de provas concludentes e factuais e, queira empurrar o processo ad infinitum até que uma próxima geração de Magistrados cumpridores das leis deem o processo por encerrado. Por: Francisco Ribeiro.





O crime teima em não aparecer.
Um tal "Homem Justo" que diz trabalhar nos serviços financeiros dos tribunais mandou uma mensagem a dizer que a magistratura já terá gasto mais de cinco milhões de euros com a investigação Marquês.
Mandaram procuradores a Paris onde investigaram tudo e foram aos restaurantes frequentados pelo Ex-PM, pediram certidões da Conservatória Predial francesa e contataram bancos, etc. Também foram à Suíça, ao Luxemburgo, ao Reino Unido, à Venezuela, ao Brasil, a Angola, à Argélia, às Ilhas Virgens e a quase todos os offshores das Caraíbas. .
Para além disso contrataram revisores de contas para analisar todas as despesas do gabinete de Sócrates, enquanto PM, e todas as compras e obras feitas pelo Estado.
O "Homem Justo" diz que, apesar de terem gasto muito dinheiro em viagens e contratos, faltam ainda faturas para cobrir todas as despesas feitas pela magistratura.
Mesmo assim, não descobriram nada de relevo, exceto uns pequenos empréstimos do amigo Santos Silva da ordem de poucos milhares de euros, o que seria irrelevante numa sala de tribunal sem qualquer coisa mais. Por: Dieter Dellinger.

Empresário respondeu às 40 perguntas do Ministério Público. A SÁBADO conta-lhe tudo o que Bataglia revelou.
SABADO.PT

De que vive Sócrates? 
Estou a tentar perceber onde está a incongruência e não consigo.Se o apartamento rendeu 675 000 euros e ele pagou 250 000 ao amigo mais 250 000 à CGD pelo empréstimo ainda sobram 175 000, certo ?Por outro lado, se a subvenção é de 3800 euros não vejo porque não pode pagar uma renda de casa de 2000 (assumindo que é esse o valor, o que ninguém credível confirmou; pode ser menos). Quanto à mãe e aos filhos "não lhe estão a cargo", cara jornalista. A mãe tem uma pensão própria, foi professora, sabia ? e os filhos além de pai também têm mãe e já estão crescidos. Ocorreu-lhe que os filhos podem já estar a fazer pela vida e a ganhar o seu próprio sustento ?Quanto aos advogados, parece que um deles lhe comprou o Mercedes por 30 000 euros. Certamente que o restante que o carro valia foi para pagar as despesas dos ordenados e custas do processo, não lhe parece ?o outro advogado tem ar de quem o vai defender até ao fim dos tempos por "convicção e admiração" e não lhe vai levar dinheiro. Fica espantada com isso ? EU NÃO.



E parece-lhe estranho que tantos a quem ele deve ter ajudado até hoje agora lhe retribuam ? Em que mundo vivem as pessoas que desconhecem o valor da amizade ? ou a amizade só lhe é permitida a si e aos seus ? Por: jasmin.
Obs: A mãe que se saiba vendeu três andares ao amigo Eng. Santos Silva e também o andar que tinha em Lisboa. Que se saiba não foi para distribuir pelos pobrezinhos.





“Há uma estratégia que passa pela condenação em praça pública de Sócrates”
O advogado foi um dos convidados para debater, esta terça-feira, o caso José Sócrates e a manutenção da prisão preventiva do antigo primeiro-ministro. Por: Advogado Magalhães e Silva.

Imagem dos resultados de notícias
Sócrates devia ter sido libertado. E os argumentos do juiz derrotado são...
Expresso - há 7 horas
Para o juiz desembargador José Reis, não há especial complexidade na Operação ...
«Juiz: "Realidade nua e crua: Há total ausência de indícios de corrupção" !
O juiz que acredita que José Sócrates não deveria estar preso explica as razões.
José Reis, juiz desembargador que votou contra a declaração de especial complexidade do processo Operação Marquês, garante, após analisar todo o processo e o que constava dos autos, que “em momento algum [quando foi detido], o recorrente [José Sócrates] foi confrontado com quaisquer factos ou indícios concretos suscetíveis de integrar o crime de corrupção”.
O juiz do Tribunal da Relação de Lisboa revela que o antigo primeiro-ministro foi apenas confrontado com “interpretações e deduções”. “Afirma-se e está subjacente que tudo é contrapartida (indevida, claro) de ‘atos do governo’, mas não se descreve um único desses atos que permita estabelecer conexão indiciária entre os mesmos e os avultados montantes dados à estampa”, garante José Reis na declaração de voto.
Na opinião do magistrado, a acusação de um crime precedente de branqueamento de capitais apresenta-se “manifestamente incompleto dada a total ausência de descrição de indícios factuais que eventualmente possam integrar o crime de corrupção. Esta é uma realidade nua e crua”, esclarece.
“Não há complexidade alguma em investigar o nada, o vazio”, assume o juiz sobre o mandado de libertação intitulado de complexo.» 19-06-2015.http://viriatoapedrada.blogspot.pt/…/a-maior-cabala-e-menti…


Além de poder vir a ser libertado em setembro, Sócrates está novamente a dar…
NOTICIASAOMINUTO.COM|POR NOTÍCIAS AO MINUTO

Sócrates e a sua libertação.
Se alguém acredita que foi libertado a um mês de eleições por coincidência, que ponha o dedo no ar.
Se alguém acredita que os médias conheceram a nova morada de Sócrates por acaso, que ponha o dedo no ar.
Se alguém acredita que a libertação a um sexta feira e a prisão a dia parecido, sempre à hora do jantar e com muitas câmaras de TV em cima é coincidência, que ponha o dedo no ar.
Se alguém acredita que se ponha Marinho e Pinto num canal televisivo à mesma hora é coincidência, que ponha o dedo no ar.
Se alguém acredita que antes, sem provas, havia risco de fuga, e agora, com consolidação de provas, já não há, que ponha o dedo no ar.
Se alguém acredita que o poder judicial é independente da política neste País, que ponha o dedo no ar. Por: Pacheco Pereira



QUE FEZ O SUPER JUIZ "JUSTICEIRO" CARLOS ALEXANDRE?
"IDONIEDADE E INDEPENDÊNCIA..."

É o juíz que ILIBOU o CDS no caso dos sobreiros e Arquivou os Submarinos.
Carlos Alexandre
É o juíz que ILIBOU Oliveira e Costa e os outros amigos de Cavaco no caso BPN e que não investigou nem levou a julgamento os responsáveis do mesmo.
Carlos Alexandre

Foi ainda o juíz que interrogou Salgado, notificando-o na sua casa, deixando-o depois sair sob caução, e que ainda NÃO PRENDEU ninguém do BES.
Carlos Alexandre.

TUDO o que Carlos Alexandre investiga sai, como que por magia, no SOL, no Correio da Manhã e na TVI, todos com ligações a Felícia Cabrita, que consegue sempre a primazia das informações e a quem não investiga por indícios de fuga ao segredo de justiça.

A Felícia Cabrita fica para uma próxima intervenção.
"Quem é o juíz que decretou a PREVENTIVA do Sócrates?

Carlos Alexandre

Juíz de coragem, como muitos lhe chamam, deixa a desejar e levanta-me dúvidas sobre a sua idoneidade e independência.

Continuam felizes, ou posso dizer que temos que deixar de ser ovelhinhas neste rebanho amorfo?"Por: Luis Santos.

Os advogados de José Sócrates defendem que o ex-primeiro-ministro já pode voltar a contactar com os outros arguidos do processo Marquês desde este domingo, 4…
JORNALDENEGOCIOS.PT


Não voto com esta justiça que prende como no tempo da PIDE.
Já o disse e volto a afirmar. So volto a votar, quando aparecer um partido que coloque no seu programa que acabe com a prisão preventiva, salvo casos como terrorismo e fragrante delito. A justiça antes obedecia e colaborava por tal fato com a PIDE, mas nunca pensei que depois da extinção desta policia sinistra que adoptasse os piores metodos. Hoje nenhum cidadão por mais honesto que seja pode dormir descansado, tal como acontecia no tempo da outra senhora.
Foi Aguiar Branco (PSD) como ministro da Justiça que afirmou que foi o unico setor da sociedade que não mexeu uma palha depois do 25 de abril.


Parafraseando Telmo Vaz Pereira: São rosas, Senhor! ...

Aqui fica a sua publicação:

ÚLTIMA HORA
A caprina Joana Marques Vidal, procuradora-geral da República, deu mais SEIS MESES aos investigadores da "Operação Marquês" para concluir a investigação! (*) É o 'CRIME' que teima em não aparecer com provas.
Decorridos dez meses de prisão preventiva (com mais outros​ ​tantos em liberdade provisória) e o Ministério Público ainda não conseguiu dizer que acto ilícito seria esse praticado por Sócrates, embora tenha – com aquela técnica d​e​ cara​ de pau e rosto​ ​fechado fingindo seriedade​ com que o MP faz as mais desvairadas declarações –​ atirando o barro à parede em intervalos de 3 ou 4 meses com afirmações meramente para impressionar, tais como "temos indícios fortes"... "procedemos à coleta de provas consistentes"... e etc..
Todavia, porque nada encontram para demonstrar, precisam de mais 6 meses - até Março de 2017 - para continuarem a viajar pelo túnel às escuras!
Pelo meio e até agora, os prazos tornaram-se meramente indicativos… Durante este tempo, ou boa parte dele, o “segredo interno” vedando o acesso da defesa aos autos, serviu para proteger não o que nos autos houvesse, mas o que nos autos não estava. ​Incrível mas verídico.​
Tudo aqui opera de acordo com o diagnóstico de Montesquieu: nas situações de opressão extrema, a ignorância é a regra nos que comandam como nos que obedecem, porque não há nada a estudar, a deliberar ou a ponderar onde basta querer. É assim que se vive ​em Portugal​, como tudo o demonstra.
Quanto à Operação Marquês, o processo não existe. Não há processos assim. Processos que sejam processos, correm diante de tribunais imparciais, tecnicamente suficientes, respeitando a equidade e a disciplina própria dos actos. Este processo não existe. Existem procedimentos que surgem, quase todos, como crimes indiciados. Têm-lhes chamado processo. Mas é preciso chamar-lhes outra coisa. “Operação”, parece uma designação aceitável​, pela forma como ​se tem desenvolvida como se estivessem numa selva em actos beligerantes.


AS FALSAS ESCUTAS E O SEQUESTRADO NO SÓTÃO
Detesto comprar lixo e é por isso que não compro os "livros" do Dr. Orelhas da RTP, porque se trata daquilo a que cha...
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(Diz Carlos Almeida no Forum do Expresso)
"Como se esperava não houve ainda acusação a José Sócrates. Também não houve arquivamento do processo. A Justiça, como ao que parece só tem mais seis meses, pode vir a parir um prematuro: deviam ter-lhe dado mais nove, pelo menos. Ou seja, o resultado do inquérito arrisca-se a ter que ir para a incubadora para sobreviver, ou se calhar há um grande risco de nos virmos a deparar com um nado-morto.
Depois do juiz Alexandre ter dado a entrevista que deu, este desfecho não surpreende. O que deve fazer espantar o cidadão é como pode ser justificada a prisão de alguém, em relação ao qual, após três anos de investigação, não se consegue produzir nem uma acusação do tamanho de um dedo mindinho: prenderam o homem para investigar, devido ao calibre dos indícios que diziam possuir, e até à data nem um alfinete para amostra.
A não ser que haja qualquer coisa menos transparente por detrás de mais um alongamento dos prazos processuais. Relembro as palavras do próprio juiz Carlos Alexandre na entrevista à SIC, “tem muito poder”, logo a Justiça em geral tem muito poder, o qual pode ser usado para o mal, apesar de ele dizer que só usa para o bem.
Por exemplo, se alguém que use a métrica moral do juiz Alexandre, considerar que é “bem”, um qualquer desfecho do caso Sócrates vir a lume lá mais para a altura das próximas eleições autárquicas com o intuito de o PS vir a ser prejudicado com o alarido daí decorrente (para já não falar de que há ainda quem sonhe com a antecipação do calendário eleitoral…), tal é mais que coerente com as afirmações do Juíz: é a Justiça a trabalhar para o “bem” e a combater o “mal”. Logo, nenhum problema de consciência se lhe colocará que fira a sua autoproclamada “ética kantiana”.
A razão porque coloco esta meridiana hipótese é simples:
1) Está de acordo com as declarações do Juíz Alexandre;
2) Prova que Sócrates foi preso sem qualquer fundamentação jurídica plausível que se veja, à época em que o foi, independentemente de ter culpas no cartório ou não.
3) As razões apontadas pela PGR não convencem ninguém. Se há ainda mais factos e pontas para investigar, a acrescer às que já tinham, então acusavam desde já com as provas que fundamentaram a prisão, continuando as investigações. Quando terminadas estas, a serem encontradas novos ilícitos, produziriam nova acusação. Ou será que um tipo que seja acusado de um crime deixa de poder ser acusado por um crime adicional?!
Quem não conseguiu em três anos fazer o trabalho a que se propôs, será que o vai conseguir fazer em seis meses? Eu já não tenho dúvidas. Não vai conseguir mesmo.
E, a ser assim, teremos assistido à manobra mais soez e refinada de ataque ao Estado de Direito vinda de dentro dos próprios agentes que o corporizam e tem obrigação de o defender, em conluio com poderosos interesses económicos, forças políticas e orgãos da comunicação social. A ter existido uma orquestração nesta escala eu concluo que Salazar foi um aprendiz de feiticeiro, não passando a PIDE de uma manifestação do barbarismo de um camponês primário."


O que este país tem feito, e continua a fazer, ao Engenheiro Sócrates, é a prova provada que o país não tem futuro.
Têm dúvidas? não tenham: eu explico.
Uma justiça com fortes indícios de estar partidarizada.

Sempre que o PSD/CDS estão no poder, aparece um processo mediático contra pessoal do PS: foi o caso Casa Pia, e agora o Sócrates.

Juízes e procuradores, a revelarem, uma aparente, falta de isenção gritante: o que têm feito ao Sócrates, o “Maomé não o fazia ao toucinho”.

Juízes e procuradores. a serem acusados de violar a lei: e ninguém faz nada: se calhar por terem uma consciência pesada: ou não terem consciência nenhuma.

Juízes a insultarem o Sócrates nas redes sociais.

A procuradora geral da república a achar isso bem: gostaria de saber se alguém a icaluniasse no Facebook, a dizer “que tem ar de falta de banho”, o que faria.

Juízes e procuradores, a aparentemente, serem os mandantes do enxovalhamento de um cidadão; e a deliberadamente enviarem notícias para os jornais; a maioria das quais se revela falsa.

Uma procuradoria, a arquivar o processo, e a dizer que não pode fazer nada contra isso: embora a investigação muito claramente diga que os suspeitos são apenas dois: procurador e juiz.

Um Juiz a violar lei, mantendo o Sócrates preso, contrariamente ao disposto na lei.

Um juiz a assumir publicamente em entrevista que é raivoso, preconceituoso, e grosseiramente parcial com um cidadão que está a julgar.

Um justiça, a não respeitar prazos, em clara violação da lei.

Ou seja uma justiça a aparentemente estar a perseguir um cidadão.

Revela assim a pior forma de corrupção de uma sociadade: uma justoiça não isenta.

Uma comunicação social, sem qualquer pudor e isenção, publicando notícias, a maioria completamente falsas, não tendo o mínimo pejo em arruinar a honra de um cidadão.

Uma comunicação social muito indignada por um cidadão estar á meio ano em Timor preso, sem acusação; e a “assobiar para o ar” quando um cidadão está em Portugal, preso e/ou enxovalhado, sem acusação, há muito mais tempo.

Partidos políticos a não fazerem nada contra isto, refugiando-se cobarde-mente no, “á justiça o que é da justiça”. E neste ponto todos, mas todos os partidos “têm as calças borradas até ás unhas dos pés.

Não percebem que estão a dar razão ao Salazar: depois disto, não lhe podem acusar os desmandos que a justiça na altura fazia: “á justiça o que é da justiça”.

Uma opinião pública que não se importa nem envergonha de ser manipulada; e acha isto tudo muito bem.

Um país a ignorar completamente um dos princípios básicos da Estado de Direito, que é a "presunção de inocência”.

Um país a achar bem que se julgue um cidadão na praça pública.

Um país, a não se importar que seja a própria justiça, a incitar esse julgamento na praça pública.

Um país a não se importar, que não se negue a possibilidade de defesa a um cidadão.

Está tudo a esquecer uma coisa muito importante:

Um país sem uma justiça isenta, e credível, não tem futuro.
Por: Cesar Neves


politicamente há algumas diferenças entre Luis Inacio Lula da Silva e José Sócrates ... mas há uma coisa que ambos têm ... é que são políticos que ganharam eleições e estão a ser perseguidos politicamente por um sector do poder judicial que age politicamente ofendendo o estado de direito democrático... no Brasil o povo vai-se levantar nas urnas e nas ruas contra a perseguição, em Portugal será diferente apesar dos processos se tocarem... a estratégia judicial é comum e vai-se notar nos próximos dois anos. Por: João Valentim

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta segunda (26) que não aceitava as ofensas de "um menino procurador" que o acusa de formar "uma quadrilha".
WWW1.FOLHA.UOL.COM.BR


Humberto Barbosa http://umjeitomanso.blogspot.pt/.../pgr-avanca-com...